:: A calcinha que salvou um enfartado.
Terráqueos, hoje é dia dos pais! Sendo assim, vou escrever um causo contado por meu avô, que é meu pai². Bom, tudo começou num dia em que o véi Lu (meu avô, pô!) e sua esposa, estavam viajando pelas bandas do interior, onde mora a família de uma de suas noras.
Pois enquanto se descontraía e apreciava o rico artesanato da região, o véi Lu teve um enfarto. Felizmente não foi fatal, mas como todo enfarto, requereu sérios cuidados médicos. Acode, acode, acode! Abana, abana, abana! Acunha nas canela, minino! Vai chamar o dotô!
Ao chegar e confirmar o sério diagnóstico, o médico da cidade prontamente destacou uma (na realidade "a") ambulância e despachou o véi Lu para a capital, rumo a um hospital aparelhado. Como não podia abandonar o posto de trabalho, o sábio médico convocou uma de suas enfermeiras para acompanhar o pobre velhinho no trajeto.

Moça nova, com ar brejeiro, pele cor de canela, carnuda e bem servida como se gostava de apreciar até a década de 1960 (Ok! Ok! a foto não tem nada a ver, mas foi o melhor que consegui!). As pernas, então, de tão bem feitas pareciam torneadas pelas mãos do próprio São José, carpinteiro lá do céu. E lá se foram, dentro da ambulância, o véi Lu na maca, ladeado por sua esposa, Dona Ceiça. E ao fundo, monitorando o enfartado, a enfermeira vinha sentada de frente para a maca, se arrumando como podia para acomodar aqueles tantos palmos de coxa dentro da saia que terminava pouco antes do joelho. De acordo com os tombos da estrada, a cruzada de pernas se desmontava, e um pedacinho de calcinha aparecia.
Dona Ceiça, astuta como só, percebeu que de quando em vez o enfartado suspirava, levantando um pouco a cabeça e esticava o canto dos olhos para as pernas da enfermeira. Depois do suspiro ele se acomodava e voltava a descansar. Como é mulher de muita classe, resolveu fazer que não via e deixar para acertar as contas depois, afinal, o que ela poderia ganhar repreendendo um cidadão que acabara de enfartar?
Alguns dias depois, quando estava recuperado, o véi Lu foi chamado pela esposa a justificar o comportamento na ambulância. Prontamente, explicou:
- Mas Ceiça, eu estava lá, entre a vida e a morte! Quando sentia o coração querendo parar, eu espiava a calcinha da bichinha pra estimular os batimentos!
Pois enquanto se descontraía e apreciava o rico artesanato da região, o véi Lu teve um enfarto. Felizmente não foi fatal, mas como todo enfarto, requereu sérios cuidados médicos. Acode, acode, acode! Abana, abana, abana! Acunha nas canela, minino! Vai chamar o dotô!
Ao chegar e confirmar o sério diagnóstico, o médico da cidade prontamente destacou uma (na realidade "a") ambulância e despachou o véi Lu para a capital, rumo a um hospital aparelhado. Como não podia abandonar o posto de trabalho, o sábio médico convocou uma de suas enfermeiras para acompanhar o pobre velhinho no trajeto.

Moça nova, com ar brejeiro, pele cor de canela, carnuda e bem servida como se gostava de apreciar até a década de 1960 (Ok! Ok! a foto não tem nada a ver, mas foi o melhor que consegui!). As pernas, então, de tão bem feitas pareciam torneadas pelas mãos do próprio São José, carpinteiro lá do céu. E lá se foram, dentro da ambulância, o véi Lu na maca, ladeado por sua esposa, Dona Ceiça. E ao fundo, monitorando o enfartado, a enfermeira vinha sentada de frente para a maca, se arrumando como podia para acomodar aqueles tantos palmos de coxa dentro da saia que terminava pouco antes do joelho. De acordo com os tombos da estrada, a cruzada de pernas se desmontava, e um pedacinho de calcinha aparecia.
Dona Ceiça, astuta como só, percebeu que de quando em vez o enfartado suspirava, levantando um pouco a cabeça e esticava o canto dos olhos para as pernas da enfermeira. Depois do suspiro ele se acomodava e voltava a descansar. Como é mulher de muita classe, resolveu fazer que não via e deixar para acertar as contas depois, afinal, o que ela poderia ganhar repreendendo um cidadão que acabara de enfartar?
Alguns dias depois, quando estava recuperado, o véi Lu foi chamado pela esposa a justificar o comportamento na ambulância. Prontamente, explicou:
- Mas Ceiça, eu estava lá, entre a vida e a morte! Quando sentia o coração querendo parar, eu espiava a calcinha da bichinha pra estimular os batimentos!
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Adorável rabugenta








![[::: Suco de Pregos :::]](http://img146.imageshack.us/img146/2550/selosucodepregosjt3.jpg)




































3 opiniões até agora
So gostaria de saber por onde andam as enfermeiras gostosas. Só vejo aqueles butijões com 130 quilos1
Realmente, kkkkkkkkkkkkkkk, só tem canhão e viado no hospital, nunca vi uma dessas, kkkkkkkk. Abraço
Por onde será que este pessoal aí anda, que só veem enfermeiras trubufu?
Aqui em Sergipe tem uma pá generosa de enfermeiras e auxiliares de enfermagem gostosas e deliciosas ao olhar. E a cor, ai jisuis, a cor... daquela morenes de praia, com o devido cheiro que por si só, já é afrodisíaco.
Existem as feias e as mais ou menos, em todo lugar existe, mas em proporção infimas. E quanto mais feia, mais competente. É impressionante
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